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Na Luta pela Escola Pública
O nome “Pó de Giz” é tomado, por empréstimo, do antigo time de futebol dos professores do Colégio Municipal Rui Barbosa. Um colégio reconhecido por sua luta pela educação pública de qualidade. Um lugar onde fervilha a discussão educacional, política e social. Colégio que contribui de maneira significativa na formação de seus alunos, lugar onde se trabalha com o sentido do coletivo.
O " Pó de Giz" é uma singela homenagem a essa escola que tem um "pequeno" espaço educacional, mas corajoso e enorme lugar de formação cidadã.
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Assembleia da rede estadual de ontem (dia 19/4) decidiu fazer nova paralisação de 24 horas no dia 10 de mai
Decisões da Assembleia de ontem, 19/04
10h- Ato em frente ao Colégio Municipal Elza Bernardo (haverá ônibus para levar ao Jardim Esperança, saindo do SEPE às 9h)
15h- Ato em frente a Escola Municipal Zélio Jotha
fonte: SEPE-Lagos
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Aos 90 anos do nascimento do Darcy Ribeiro, um dos maiores brasileiros do século XX.

“Fracassei em tudo o que tentei na vida.
Tentei alfabetizar as crianças brasileiras, não consegui.
Tentei salvar os índios, não consegui.
Tentei fazer uma universidade séria e fracassei.
Tentei fazer o Brasil desenvolver-se autonomamente e fracassei.
Mas os fracassos são minhas vitórias.
Eu detestaria estar no lugar de quem me venceu"
Darcy Ribeiro
quarta-feira, 18 de abril de 2012
terça-feira, 17 de abril de 2012
Paulo Freire é declarado o patrono da educação brasileira

REDE MUNICIPAL DE CABO FRIO - 19.04
No dia 19 de abril ( quinta-feira ), a rede municipal de Cabo Frio realiza uma paralisação de 24 horas, dando continuidade à mobilização em torno da campanha em do Plano de Cargos Unificado dos Profissionais da Educação, a partir das 15h, a categoria realiza um ato em frente à CÂmara de Vereadores em Cabo Frio. Nossa luta é contra qualquer avaliação por desempenho para a progressão vertical ou horizontal do servidor, pela reserva de 1/3 da carga horária para atividades extraclasse e a favor do plano de Cargos Unificado dos profissionais da educação.
REDE ESTADUAL: Assembleia as 14h na A.B.I
Os profissionais de educação das escolas estaduais se encontram mobilizados em torno da campanha salarial 2012 da categoria, que foi iniciada no mês de fevereiro. A categoria reivindica um reajuste emergencial de 36% do governador Sérgio Cabral e uma série de ações de governo constante de nossa pauta de reivindicações, visando a valorização dos profissionais e a melhoria das condições de trabalho nas escolas estaduais.
o governador enviou um projeto de lei para incorporar a restante da gratificação do Nova Escola. Mas a categoria não quer só isto, já que se trata de um direito e uma conquista da nossa mobilização. Reivindicamos um reajuste já de 36%, conforme deliberação da nossa assembleia geral e o fim das políticas meritocráticas implementadas pela SEEDUC ao longo dos últimos anos.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Luto
Profissionais da rede estadual de Educação cobram dos deputados o apoio aos 36% de reajuste
A categoria não vai aceitar um índice zero de reajuste em 2012, já que a incorporação do Nova Escola não é um reajuste. Por causa disto, o Sepe vai intensificar a mobilização para sensibilizar os deputados a incluírem emendas que atendam às reivindicações da campanha salarial da educação, iniciada em fevereiro deste ano.
Nesta terça-feira (dia 17 de abril), dia previsto para a votação do PL, o Sepe convoca a categoria para a Alerj para acompanhar o andamento da votação e pressionar os deputados a garantirem as reivindicações da categoria: 36% de reajuste já; 1/3 de carga horária para atividades extraclasse, entre outras reivindicações – a educação estadual não aceita zero por cento de reajuste!
fonte: SEPE-RJ
sábado, 14 de abril de 2012
Sepe é contra a "Feira da Carência" da SEEDUC
A secretaria enviou mensagens para as direções das escolas para que elas encaminhem os professores que ficaram sem turmas e não conseguiram relotação para que eles compareçam ao CE Júlia Kubitscheck e, na "feira", encontrem uma nova lotação. Pelo teor da mensagem enviada pelo cordenador de Gestão de Pessoas da SEEDUC, Sérgio Magalhães, se pode confirmar o caráter arbitrário da medida, já que a secretaria, para tentar resolver um problema criado por ela mesma, quer distribuir de qualquer jeito os profissionais com carga livre.
O Sepe reivindica critérios transparentes, como a pontuação no concurso e tempo de carreira, por exemplo, para que o professor escolha o local de trabalho.
fonte: SEPE/RJ
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Não cabe efeito suspensivo na decisão do TJMS sobre 1/3 de hora-atividade
Na manhã da última quinta-feira (12), o Governo do Estado publicou em seu site uma nota afirmando que entrará com dois recursos no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul com o intuito de suspender a decisão dos desembargadores, que votaram na quarta-feira (11), por unanimidade, na implantação, a partir de 2013, de 1/3 de hora-atividade para planejamento de aulas na rede estadual de ensino.
De acordo com o diretor de assuntos jurídicos da FETEMS (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), Amarildo do Prado, o Governo do Estado só poderá entrar com algum recurso após a publicação do acórdão, que é a conclusão do Tribunal de Justiça de MS sobre o julgamento do mandado de segurança da Federação, que ainda não foi publicado. "Somente após a publicação oficial da conclusão do TJMS sobre o caso é que o Governo pode entrar com algum tipo de recurso", afirma.
Segundo explicou o advogado da Federação, Ronaldo Franco, os recursos que o Governo do Estado poderá entrar no TJMS não terão efeito suspensivo, quer dizer que este ato do poder público não influenciará na decisão que os desembargadores tomaram e 1/3 de hora-atividade terá que ser implantado no próximo ano.
O advogado explicou ainda que os recursos apresentados pelo Governo não serão julgados aqui em Mato Grosso do Sul e sim no STF (Supremo Tribunal Federal) e no STJ (Supremo Tribunal de Justiça), pois a decisão do TJMS já foi tomada. Lembrando que foi o próprio STF que julgo a Lei 11.738/08, a Lei do Piso Salarial Nacional, constitucional no acórdão publicado em 24/08/2011 no julgamento da ADIN 4.167, que versa sobre a destinação de, no mínimo, 1/3 (um terço) da jornada de trabalho do professor para a hora aula-atividade, entre outras questões como o pagamento de no mínimo R$ 1.451 de piso salarial.
Para o presidente da FETEMS, Roberto Magno Botareli Cesar, a postura do Governo do Estado é lamentável, pois recorrer da decisão da justiça, dos 13 desembargadores que foram unânimes em sua decisão, só mostra que a qualidade da educação pública não é uma das prioridades da atual administração pública. "Não entendemos a postura do atual Governo, pois mesmo depois da decisão do Tribunal, eles ainda não querem cumprir a Lei e não estamos falando de qualquer questão, é a qualidade do ensino público ofertado em nosso Estado, não é possível que os gestores públicos não enxerguem isso e continuem querendo driblar uma decisão que já foi julgada constitucional pelo maior órgão judicial do país, que é o STF. Esperamos que em nosso Estado o Governo entenda que acatar a decisão do TJMS e cumprir a Lei é o melhor caminho para uma educação pública mais digna e que valorize a categoria", afirma.
Roberto rebate ainda a afirmação do Governo de que a implantação de 1/3 de hora-atividade irá onerar os cofres públicos em Mato Grosso do Sul. "Não acreditamos que serão necessários R$ 49 milhões ano, em valores atuais, para a implementação da Lei, este valor precisa ser revisto. Além disso, o MEC (Ministério da Educação) disponibiliza através do FUNDEB (Fundo do Desenvolvimento da Educação Básica) bilhões para a complementação nos estados e municípios que comprovarem que não possuem recursos suficientes para pagar os gastos da educação pública, isto serve inclusive para a complementação de pagamento dos educadores, porém nenhum gestor público recorreu a este fundo até hoje, a única explicação plausível para isso é que o Ministério está autorizado, a partir da solicitação, a intervir e realizar uma auditoria para verificar como os recursos da educação estão sendo gastos nestas administrações. Portanto não existe desculpa para que o atual Governo do Estado não cumpra a Lei e garanta este direito da categoria", ressalta. (FETEMS, 13/04/12)
fonte: CNTE
quinta-feira, 12 de abril de 2012
FEDEP realiza seminário
No dia 14 (sábado), o Fórum Estadual de Defesa da Escola Pública realiza seu seminário de estruturação, com o tema: "Rumos, ações e perspectivas" – das 9h às 17h, no Colégio Pedro II (Unidade São Cristovão). O evento é aberto e gratuito.
Para confirmar sua inscrição e para mais informações, contate:
• ADCPII: Tel: 2580-0783/3860-1194 - E-mail: adcpii@gmail.com
Eis mais detalhes do evento:
OBJETIVO:
• Organizar o FEDEP e planejar estrategicamente suas ações para o ano de 2012.
PROGRAMAÇÃO:
9 h - Mesa de Abertura
CONJUNTURA E EDUCAÇÃO
• Resgate Histórico das Ações do FEDEP: sua fundação e suas atividades
• Educação no Brasil hoje, o PNE e outros desafios
• Educação ambiental e sociopolítica:
a Rio+20 sob a perspectiva da sociedade - Profª Marcela Pronko (FIOCRUZ) e Profª Cláudia Piccinini (Faculdade de Educação da UFRJ)
Local: Auditório da UESC I (‘Pedrinho’)
12h - Almoço (nas dependências do CPII)
13h – Discussão em grupos /Formação de GTs
GT1 - Mobilização, Comunicação e Formação
- Campanhas permanentes, seminários e debates, cartilhas, manifestos e cursos, agenda de luta, ações no conjunto da sociedade, inserção na mídia e meios de comunicação.
GT2 - Educação Ambiental
– A educação corporativa e os projetos ambientais desenvolvidos nas escolas, a relação do FEDEP com a Rio+20.
GT3 - Estrutura do FEDEP
- Coordenação, organicidade e articulações com diversos movimentos sociais e entidades sindicais, participação estratégica e organizada em conferencias, fóruns deliberativos e eventos de caráter político e/ou acadêmico.
GT4 - Ações parlamentares e jurídicas
- Audiências públicas, articulação com parlamentares, manifestações coletivas, descentralização.
16h - Plenária Final
Local: Auditório da UESC I (‘Pedrinho’) - Campo de São Cristóvão, 177 - Rio de Janeiro.
Fonte: SEPE-RJ
ELEIÇÕES 2012 DO SEPE
As eleições gerais do Sepe ocorrerão de 26 a 28 de junho.
Abaixo, o link para ler e imprimir o Regimento Eleitoral e as datas das assembleias eleitorais locais.
O contato com a Comissão Eleitoral deve ser feito pelo email secretaria@seperj.org.brou no fone (21) 21950450 (Secretaria do Sepe).
Clique aqui para acessar o Regimento Eleitoral.
Lagos - 17/04 – Horário: 18h; Local: Sede do núcleo - Av. Júlia Kubitschek, 16 - sala 313 - Pq Riviera (Cabo Frio);
domingo, 8 de abril de 2012
A mais nobre das profissões
A mais nobre das profissões no rol das gloriosas ocupações que integram o universo da Educação está a um passo de entrar em colapso. O magistério nunca esteve tão desmotivado e nem nunca foi tão vilipendiado como tem sido na 6ª maior economia do planeta.
Não que o drama da classe seja novidade. Professor é desrespeitado desde sempre. Mas esqueçamos as barbaridades cometidas contra o magistério no passado para nos concentrar em apenas um dos problemas centrais da categoria no Brasil de hoje: os baixos salários dos professores. O novo piso do magistério, anunciado no mês passado pelo MEC (Ministério da Educação), recomenda aos estados e municípios pagar um salário mensal de 1.451 reais aos professores por um regime de 40 horas semanais de trabalho. Note-se que este valor é apenas uma recomendação. Não uma exigência.
Mesmo sendo baixo para uma categoria desta importância, o piso proposto é inatingível à grande maioria das 5,5 mil prefeituras brasileiras.
Mesmo sendo baixo para uma categoria desta importância, o piso proposto é inatingível à grande maioria das 5,5 mil prefeituras brasileiras.
Levantamento divulgado em março no Paraná, estado onde o cenário de crise da Educação é menor, revelou um dado assustador: 51% dos 399 municípios do Estado já concederam reajustes salariais ao magistério em 2012.
Mesmo assim, não atingiram o valor. E o quadro deve piorar em 2013. Primeiro, devido à insuficiência das receitas das prefeituras. Depois, em função do efeito cascata que a correção do piso acarreta sobre as folhas de pagamento dos governos municipais devido à necessidade de repasse do valor aos professores aposentados e a todos os beneficiados pelos Planos de Cargos e Salários do Magistério – fato que, aliás, deve obrigá-los a superar o limite dos 52% de comprometimento de sua receita corrente líquida com pessoal, fixados pela LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal).
Em estados mais pobres, o quadro é ainda pior. Seus governadores podem pedir ajuda à União para complementar os valores que as prefeituras pagam até atingir o piso. Mas apenas 1.756 municípios de nove estados do Norte e Nordeste (AL, AM, BA, CE, MA, PA, PB, PE e PI) que recebem recursos do governo por meio do Fundeb (Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização do Magistério) têm este direito garantido. Os demais penam em tirar da cartola soluções financeiras mágicas para honrar as exigências previstas na Lei do Piso.
Esta é uma das razões pelas quais, como denunciam os prefeitos, um dos pilares do problema é a insuficiência dos recursos para o financiamento da Educação. De acordo com o coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, de cada 1 real arrecadado em impostos pelo Brasil, 57 centavos ficam com a União e apenas 18 centavos, com os municípios.
Isto não significa que os municípios não tenham culpa pelos baixos vencimentos pagos aos professores, mas que a política salarial do magistério não pode ser tratada apenas como uma questão econômica e de responsabilidade apenas das prefeituras. Há um componente fortemente político na solução dos baixos salários dos professores, que passa por uma ampla reforma tributária – seguida de uma distribuição mais justa de receitas entre os Entes Federados – para garantir o custeio dos aumentos de vencimentos que os professores merecem.
Mas o caos do magistério é extremamente grave por outra razão – e é neste aspecto que reside o eixo deste artigo. É que a consequeência direta do descaso imposto ao magistério é o desinteresse dos jovens pela carreira e a fuga dos profissionais que já atuam na área para outras atividades, mais rentáveis e menos desgastantes.
Os dados justificam esta preocupação. Estudo encomendado pela Fundação Victor Civita à Fundação Carlos Chagas revelou que somente 2% dos estudantes do ensino médio têm como primeira opção no vestibular cursos ligados ao magistério.
E isto não é tudo.
De acordo com o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), entre 2001 e 2006, o número de cursos de licenciatura cresceu 65%; o de matrículas, apenas 39%. As conseqüências do problema são palpáveis: ainda segundo o Inep, considerando-se apenas o Ensino Médio e as séries finais do Ensino Fundamental, o déficit de professores com formação adequada passa dos 710 mil no Brasil todo.
Como se percebe, a degradação das condições de vida do magistério é muito mais que a degeneração de uma categoria profissional. É sinal da grave crise enfrentada pela instituição Educação.
E não se diga que a culpa pelo problema é apenas dos governantes e legisladores que prometem – e nunca cumprem – posicionar a Educação como sua prioridade. A imprensa, o setor privado e a sociedade adotam rigorosamente a mesma atitude.
A mídia porque, ao invés de promover um debate sério e profundo sobre a Educação, prefere concentrar seu poder de fogo na divulgação sistemática da mediocridade e da cretinice, classificadas de notícias. “Notícias” que agradam ao andar de baixo mas que, acima de tudo, rendem mais reais porque possuem perfil marcado por apelo supostamente popular – futebol, sexo, escândalos, criminalidade e as costumeiras idiotices envolvendo celebridades midiáticas.
O setor privado porque, embora se defina como de vanguarda no ensino, guardadas as exceções de sempre, paga aos seus professores menos que a grande maioria dos profissionais com formação universitária e lhes oferece condições de trabalho nem sempre dignas. Com a diferença de que, pela pressão da lógica capitalista, cobra deles muito mais resultados que no setor público.
A sociedade também é responsável pelo problema. Ao invés de enfrentar este cenário com a seriedade que o tema merece, intensificando as cobranças tanto dos agentes públicos quanto dos privados, prefere desestimular seus filhos a seguir a profissão, rendendo-se à lógica pragmática do capital. Ou apenas se omitir do processo, quando entrega às escolas o ingrato papel (que é seu) de educar os próprios filhos.
O Brasil, que sonha em ser alçado ao seleto rol dos países desenvolvidos, está acabando com a carreira do magistério. Por analogia, está comprometendo seriamente a Educação e, o que é pior, o futuro que estamos reservando aos nossos descendentes. Triste que seja assim.
*Aurélio Munhoz é jornalista, sociólogo, consultor em Comunicação e presidente da ONG Pense Bicho. Pós-graduado em Sociologia Política e em Gestão da Comunicação, foi repórter, editor e colunista na imprensa do Paraná.
Fonte: Revista Carta Capital.
Dia da Matemática.
O Laboratório de Educação Matemática (LABEM/UFF) irá realizar um evento para comemorar o DIA DA MATEMÁTICA, com mesa redonda e oficinas.
Este ano a comemoração ocorrerá em dois dias: 05 de maio, no campus Niterói, e no 07 de maio, no campus de Santo Antônio de Pádua.
Todas as atividades são gratuitas.
Inscrição para as oficinas deverão ser feitas na abertura do evento.
Serão emitidos certificados de participação nas oficinas.
Para participar envie um email confirmando sua presença para
labem.uff@gmail.com – para o dia 05 de maio em Niterói
ou
labem.uff.infes@gmail.com – para o dia 07 de maio em Santo Antônio de Pádua.
Visite também nossa página na web em
www.uff.br/labem
e nosso Blog em
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e curta nossa página no Facebook.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
quarta-feira, 4 de abril de 2012
terça-feira, 3 de abril de 2012
Rede municipal de Curitiba derrota meritocracia e mostra que vale a pena lutar

A rede municipal de Curitiba deu um bom exemplo para o Brasil de como a organização e a luta foram capazes de derrotar as políticas de metas e gratificações a partir de resultados. Graças a mobilização dos profissionais de Curitiba foi barrada a criação de uma gratificação por produtividade pela prefeitura, sendo que, esta, ainda teve que incorporar o valor da mesma no salário dos profissionais.
A prefeitura de Curitiba havia encaminhado à Câmara dos Vereadores um pacote que criava um reajuste de 10% e a criação do Programa de Produtividade e Qualidade (PPQ), uma gratificação baseada na avaliação de desempenho, bem nos moldes do que o governo estadual e municipal do Rio estão fazendo com a educação pública no Rio de Janeiro. Mas o profissionais não se intimidaram e foram à luta para barrar tal política, fazendo paralisações e indo às ruas para exigir valorização salarial e outras reivindicações.
A pressão forçou a prefeitura a recuar na proposta e a assumir o compromisso de transformar a verba que antes seria destinada para o PPQ em reajuste salarial. Com a incorporação da gratificação ao salário, o magistério municipal de Curitiba encerrou a campanha salarial de 2012 com um reajuste de 19,56% e com uma vitória acachapante contra a política da meritocracia e da mercantilização do ensino público no Brasil.
fonte: SEPE-RJ
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Assembleia - SEPE -Lagos 02/04
Decidimos:
* paralisação unificada do município de Cabo Frio e Rede Estadual no dia 19/04. Ato às 15h em frente à Câmara dos Vereadores e Assembleia no local às 17h. Participação na sessão para alertar aos vereadores de nossa reivindicação com relação ao Plano Unificado dos Profissionais da Educação no município.
* Confecção de camisas para o ATO : SIM ao Plano de Cargo Unificado e NÃO a qualquer tipo de Avaliação do Desempenho.
* Confecção de Faixas para serem colocadas em lugares estratégicos na cidade com nossas reivindicações e chamada para a paralisação do dia 19/04
* Repúdio à falta de atendimento do departamento jurídico do SEPE central ao núcleo lagos, demandas importantes PARADAS por falta de um advogado que nos atenda
* informes da devolução do desconto indevido do IBASCAF, amanhã sairá nova listagem, verificar no Noticiário dos Lagos
domingo, 1 de abril de 2012
Nova paralisação da rede estadual: 19/04
Prof. Omar Costa.
¹ Plano de Metas = Convite a Greve , disponível em www.peticaopublica.com.br/?pi=
Deu no Blog do Prof. Rafael Peçanha:
sábado, 31 de março de 2012
Seminário Racismo e anti-racismo na educação básica do Rio de Janeiro
O Seminário Racismo e anti-racismo na educação básica do Rio de Janeiro será realizado na UERJ (auditório 11), no dia 18 de maio. Veja a composição da mesa de debates:
15 horas
Profª. Mônica Lima - UFRJ
Direção do SEPE – RJ
Profª. Claudia Miranda - UNIRIO
Mediador: Prof. Augusto Lima – GPMC - UFF
17 horas
Profª. Nilma Lino Gomes - UFMG
Profª. Vera Maria Candau – PUC - RIO
Prof. Amaury Mendes Pereira - UEZO
Mediador: Prof. Ahyas Siss – PPGeduc – UFRRJ
Além dos debates, haverá também o lançamento dos seguintes livros:
Relações étnicorraciais na escola: desafios teóricos e práticas pedagógicas após a Lei 10.639.
Organizadores: Claudia Miranda (UNIRIO), Mônica Regina Ferreira Lins (UERJ) e Ricardo Cesar Rocha da Costa (IFRJ)
Ed. Quartet/FAPERJ, 2012.
Histórias da África e dos africanos na escola.Desafios políticos, epistemológicos e identitários para a formação dosprofessores de História.
Autor: Luiz Fernandes de Oliveira (UFRRJ)
Ed. Imperial Novo Milênio/FAPERJ, 2012.
Escola, Culturas e diferenças: experiências e desafios na educação básica.
Organizadores: Cristiane Gomes de Oliveira (UERJ), Luiz Fernandes de Oliveira (UFRRJ) e Maria Claudia de Oliveira ReisFerraz (UERJ)
Ed. Imperial Novo Milênio, 2011.
Comissão Organizadora do Evento:
GRUPO DE PESQUISA EM POLÍTICAS PÚBLICAS, MOVIMENTOS SOCIAIS E CULTURAS. (GPMC)
PPGEduc - Programa de Pós-Graduação em Educação, “Contextos Contemporâneos e Demandas Populares” da UFRRJ.
Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação – SEPE.
Apoio
Ed. Quartet, ED Imperial Novo Milênio, FAPERJ, CAp -UERJ, UNIRIO, UFRRJ e UFF.




