Após a reunião do jurídico do Sepe com a procuradoria do
município, percebemos que o acordo feito na última audiência com o prefeito
sobre a não-obrigatoriedade dos cursos foi quebrado. Negociamos com a Seme o
fim desta imposição, mas até agora não houve nenhum comunicado oficial
divulgando a mudança.
A assembleia do dia 26/09 entendeu que o acordo foi quebrado e possivelmente os demais itens da pauta não serão atendidos. Essa assembleia também definiu que irá acrescentar às reivindicações:
servidores não-docentes (cozinheiras, ASGs e agentes
administrativos) estejam no Plano de Cargos da Educação; melhoria da estrutura
física das escolas; ação judicial pelo direito a 1/3 da carga horária
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