Hoje, em reunião na rede estadual, fizemos uma leitura do Plano Estadual de Educação aprovado pela Assembleia Legislativa no início do ano passado.
São metas importantíssimas para a valorização dos profissionais da educação, para a Escola Pública, para os alunos e alunas.
Se não conhecemos o documento, jamais saberemos de nossos direitos e por consequência não cobramos pelas melhorias.
Senti enorme falta da possibilidade de Eleição para os diretores no documento. Sinceramente, fiquei desapontada de não ver nenhuma referência, ao menos, da "consulta" à comunidade. Falar de democratização da Escola Pública, sem falar da participação da comunidade na escolha de seu diretor, é hipocrisia.
Em contrapartida, gostei muito da inclusão obrigatoriedade do governo em "prestar contas" do serviço prestado pela Secretaria de Educação a cada final de ano letivo. Lembro-me da Srª Secretária Tereza Porto, indo até a Comissão de Educação da Alerj, neste ano, esclarecer sobre o desempenho do Estado, por exemplo, no ENEM.
Também achei muito boa a ampliação do Passe Estudantil para além da escola. Assim como em Cabo Frio, o estado prevê que a gratuidade não fique limitada a ida à escola, mas ao acesso à Cultura, ao Esportes, etc.
Em Cabo Frio, o Plano Municipal foi levado à câmara diferente daquele discutido com os segmentos da Sociedade, votado em sessão sem discussão e o que fez a Comunidade? O que diz o Conselho?
Tem, no plano, como item inicial, a divulgação e a formação de uma comissão de acompanhamento. Agora em dezembro, o Plano faz um ano de aprovação e quem sabe dele?
Baixe aqui o Plano Estadual de Educação
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